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Hola!

Resolvi revitalizar o blog, dessa vez postando textos de âmbito mas genérico voltado a TI sem ter mais um foco tão específico em PHP e webdev. Sendo assim, o primeiro post dessa nova era será sobre minhas impressões sobre o Android após um mês de uso.

Usei iPhone por pouco mais de um ano e estava bastante feliz com ele, mas o fato de ter perdido o “ciclo do iPhone” e ter comprado um 3Gs pouco antes do lançamento do 4 e a política agressiva de obsolescência programada aplicada pela Apple me forçavam a um upgrade.

Fui visitar minha família em julho, levei de presente para minha mãe um HTC Wildfire S, e usei-o durante uns dias antes da viagem para testar e ter certeza que não estava levando um aparelho defeituoso. Acontece que gostei bastante da experiência proporcionada pelo Android (e pelo HTC Sense) e resolvi dar uma chance ao robôzinho. Então ao voltar de viagem encontrei uma oferta muito boa do Nexus S livre de contrato, por 330€ e como bom geek, viciado em gadgets, não resisti.

Desde então estou bastante satisfeito com a user experience oferecida por ele, que ainda não chegou ao nível de polimento do iOS mas também não deixa a desejar. E o que mais gosto é a integração com todos os serviços do Google (Gmail, Reader, Gtalk, Calendar, Docs, Contacts, etc) dos quais sou completamente dependente e Just Works (TM).

Outros pontos positivos na minha opinião:

  • Não precisar usar iTunes
  • Instalação over-the-air das apps. Você vai ao site do Android Market, seleciona a app, diz em qual gadget quer instalar e-pronto.
  • Ter acesso a informações de mais baixo nível como a memória ocupada por cada app, não é algo realmente importante, mas é uma geek-feature
  • Google Reader, tão útil nas salas de espera e meios de transporte, tem uma app decente e oficial do Google.
  • A possibilidade de escolha de, por exemplo, usar Firefox ao invés do Browser padrão. (O Firefox para Android não está mal, mas continuo usando o browser default)
  • A tela “curva” do Nexus S dá uma experiência de uso interessante e confortável

Pontos negativos:

  • UI é boa, mas não tão boa quanto a do iOS
  • Algumas apps ainda são exclusivas do iPhone, como Instagram (embora o Android tenha alternativas), GitHub:Issues e principalmente STREET FIGHTER 4  :-(
  • Algumas coisas que poderiam vir nativas, como recurso de HDR na câmera, necessitam uma app externa.

Não posso comentar nada como desenvolvedor, pois nunca desenvolvi para nenhuma das plataformas, mas noto que as apps para iOS têm uma maior padronização no estilo, que dá uma aparência mais “profissional”, mas isso me parece uma consequência natural do nível de restrições impostas pela Apple nas suas APIs e no processo de aprovação das apps para a store, que tem esse ponto positivo mas também tem seus pontos negativos.

Continuo usando iOS no iPad, mas no celular estou contente com o Android e devo seguir com ele por mais um bom tempo.

Cof, Cof… Quanta poeira por aqui, hein?

Estou voltando a postar aqui no blog para dar seguimento ao meme criado pelo @duodraco e que fui “convocado” pelo @brgomes, para descrever meu ambiente de trabalho em 7 itens, então aí vai:

  1. Mac OS X: Desde que comecei a trabalhar com desenvolvimento, nunca gostei do Windows. Usei o Linux por anos até que em 2007 me converti ao mundo Mac e desde então tenho nele tudo que preciso. Um Unix que não me faz trabalhar *para* ele, como eu fazia nos meus tempos de Slackware e Gentoo.
  2. IDEs Eclipse/Netbeans/Vim: Em um mesmo dia de trabalho chego a utilizar esses três ambientes de desenvolvimento em momentos distintos. O Eclipse é o que tenho mais familiaridade e é o que uso normalmente com PHP, o Netbeans, pra mim, é imbatível para JavaScript e um Vim bem configurado, usando CTAGS e tudo mais, para mim é melhor que o TextMate, então uso ele para projetos pessoais que normalmente não são muito grandes e também para editar coisas diretamente no cluster usado como ambiente de desenvolvimento no trabalho.
  3. VCS – SVN/Git/Hg: No trabalho estamos passando por uma migração de SVN para Mercurial (hg) e nos meus pet-projects que sempre faço para colocar em prática algo novo que estou aprendendo (algoritmos/técnicas/tecnologias) tenho usado o Git.
  4. Terminal (shell): Gosto do “poder” que o Terminal dá e ainda faço muitas coisas por ele, como usar o Vim, executar scripts de build/deploy, usar svn/mercurial/git, etc. Tenho ele sempre aberto.
  5. Browsers: Chrome é o meu browser principal, antes era só para uso pessoal mas agora também uso bastante na hora de desenvolver. O Developer tools dele ainda não é tão completo como o Firebug mas já resolve maioria das coisas. Ele também tem a extensão SpeedTracer que me é muito útil. Mas continuo usando o Firefox de vez em quando pelas coisas que sou mais familiarizado no Firebug.
  6. Spotify: Spotify é uma mistura de GrooveShark com Last.fm, é uma rede social onde você escolhe o que quer ouvir e tem os seus amigos com quem você pode criar e compartilhar playlists. É bem bacana, tem uma qualidade de som boa (principalmente se você paga a conta Premium) e lhe dá uma sensação de estar escutando música “legalmente” :) . Passo todo o dia conectado e ouvindo música por ele.
  7. Headphones: Já que se falou em música, não posso deixar de comentar que sou meio maníaco por headphones, estou sempre buscando o som perfeito e atualmente não largo dos meus Bowers & Wilkins P5 que são os headphones com melhor qualidade de som que já vi, superando inclusive os BOSE. O único problema dele é que esquenta bastante as orelhas! :D

E pra terminar, passo adiante esse meme com:

@marcosjr
@yogarine
@italosatiro
@herval

Mais uma excelente tirinha do Geek and Poke:

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Muitas outras estão disponíveis em: http://geekandpoke.typepad.com

No ambiente acadêmico tenho encontrado essa expressão em diversos lugares como:

  • Implementação MVC ad hoc
  • Processo de desenvolvimento ad hoc
  • Redes ad hoc

E acho que muitas pessoas não entendem o significado desse termo, e muitas vezes é pronunciado errado.

Ad hoc indica que algo é feito de maneira empírica, sem formalismo, por exemplo:

Uma implementação de MVC ad hoc, é uma implementação do padrão de projeto sem a utilização de nenhum framework para tal, algo “puro” feito de acordo com o seu entendimento sobre o padrão.

Um processo de desenvolvimento ad hoc é um processo em que as coisas rolam sem nenhum formalismo bem definido, e por aí vai.

Algumas pessoas pronunciam esse termo como se fosse em inglês, como se fosse algo tipo “add hock”, mas o correto é da maneira como lemos em português mesmo, já que é um termo em latim, se pronuncia o A com som de A mesmo, e o H é mudo, como se fosse: adoque.

Esse post pode parecer inútil, mas espero que sirva para alguém que tem a dúvida do que significa e como se pronuncia, já que é fácil encontrar na literatura ou ouvir alguém falando, e também para tirar as teias de aranha do blog enquanto tomo um fôlego e arranjo uma brechinha na correria para voltar a postar.

Só para tirar as teias de aranha enquanto não tenho tempo de escrever nada.

Esse pessoal não tem mais o que inventar… :D