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	<title>Felipe Ribeiro &#187; geeky</title>
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	<description>My hacks, rants and random thoughts</description>
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		<title>Trabalhando com TI na Europa</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 23:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[desenvolvimento de software]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[geeky]]></category>
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		<description><![CDATA[Moro e trabalho em Madrid há quase 1 ano e meio e muitas vezes quando converso com amigos e ex-colegas, me perguntam sobre como é trabalhar por aqui, já que as empresas europeias normalmente oferecem produtos e serviços mais focadas no mercado interno e não são tão conhecidas fora do velho continente. Aviso de antemão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Moro e trabalho em Madrid há quase 1 ano e meio e muitas vezes quando converso com amigos e ex-colegas, me perguntam sobre como é trabalhar por aqui, já que as empresas europeias normalmente oferecem produtos e serviços mais focadas no mercado interno e não são tão conhecidas fora do velho continente.</p>
<p>Aviso de antemão que as opiniões que eu vou mostrar nesse post podem ser incompletas e incorretas, já que são baseadas no ponto de vista míope de alguém que não está aqui há tanto tempo e não conhece tanta gente de outras empresas quanto gostaria.</p>
<p>Vários países da Europa ainda vêm sofrendo com a crise que abalou todo o mundo há alguns anos, esses países são chamados perjorativamente de PIGS (<strong>P</strong>ortugal, <strong>I</strong>reland, <strong>I</strong>taly, <strong>G</strong>reece e <strong>S</strong>pain) e essa crise provoca muito desemprego, problemas sociais e políticos mas no meu ponto de vista já não afeta mais o mercado de TI, que está com a demanda sempre crescente, sobrando vagas e faltando profissionais qualificados.</p>
<p>O número de startups que surgem na Europa é bem mais discreto do que nos EUA e acredito que parte disso se deve à força dos direitos trabalhistas que protege muito o trabalhador e dificulta a vida e a dinamicidade necessária para uma startup, que a princípio não pode garantir todos os direitos aos seus empregados. Só como exemplo, a empresa onde trabalho precisou gastar bastante tempo e dinheiro com advogados para conseguir o direito de oferecer <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Employee_stock_option">stock options</a></em> para os empregados já que a legislação trabalhista local não está preparada para esse tipo de &#8220;bônus&#8221; que nas startups normalmente é a principal parte da remuneração dos envolvidos.</p>
<p>Outra coisa que torna a criação de startups mais complicada na Europa é o maior número de restrições que a União Europeia impõe em termos de privacidade e manipulação de dados pessoais na internet. Um exemplo simples disso é que o Facebook mesmo com um grande número de usuários no continente não tem um data center local, pois caso tivesse teria que obedecer a essa legislação, o que não é o caso quando, por exemplo, determina que a idade mínima dos seus usuários é de 13 anos (lei americana) e na Europa a lei diz que a idade mínima deve ser de 14 anos.</p>
<p>Mas nem tudo é mais difícil! Muitas empresas, fundações e projetos importantes para o desenvolvimento da internet e tecnologia em geral são europeus, como Opera (Noruega), Nokia e Linux (Finlândia), Instituto Fraunhofer (criador da MP3) (Alemanha), Skype (criada por suecos mas sediada em Luxemburgo)  sem contar com figuras como Dijkstra (Holanda) e Turing (Inglaterra), etc&#8230; e de fato existem startups europeias de sucesso atualmente, sendo a <a href="http://www.rovio.com">Rovio</a> (Finlândia), criadora do jogo Angry Birds, a que está mais na crista da onda agora e também a sueca <a href="http://www.spotify.com">Spotify</a>, dona de um serviço de música sob-demanda de muito sucesso na Europa e que chegou há cerca de dois meses aos EUA. Além disso, também existem umas sedes fantásticas do Google (destaco Zurique e Londres) e uma da Mozilla (Paris), fora várias sedes de outras empresas americanas que estão se instalando em Dublin.</p>
<p>Especificamente na Espanha, a Tuenti é a maior empresa da &#8220;geração 2.0&#8243;, com cerca de 230 empregados, mas existem também outras empresas de sucesso e startups que prometem bastante, e entre elas eu destacaria:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.socialpoint.es/">Socialpoint</a> - Uma startup de Barcelona que em julho recebeu um investimento de 2.5 milhões de euros e que faz jogos para Facebook, entre eles o mais famoso é o Social Empires.</li>
<li><a href="http://youzee.com">Youzee</a> &#8211; Ainda não está com seu serviço aberto ao público, mas basicamente é um servicio de V.O.D. a la Netflix, melhorado, que está sendo desenvolvido principalmente por ex-empregados do Tuenti.</li>
<li><a href="http://www.vizzuality.com">Vizzuality</a> &#8211; Eu sou fã do trabalho desses caras, é uma empresa pequena de Madrid que trabalha desenvolvendo interfaces bonitas para visualização de dados científicos e recentemente fizeram um projeto com o Google para um <a href="http://www.vizzuality.com/projects/evolutionofweb">infográfico sobre a evolução da Web</a></li>
<li><a href="http://11870.com">11870.com</a> &#8211; Um Yelp! a la espanhola</li>
<li><a href="http://www.idealista.com">idealista</a> &#8211; Site de anúncios imobiliários espanhol que tem sede também na Itália e Portugal</li>
<li>E obviamente não poderia deixar de falar da Tuenti, que em números gerais de usuários já foi superada pelo Facebook, mas continua sendo a #1 entre os adolescentes e está mais focada nesse nicho de mercado mais jovem, além de que com a aquisição da Telefónica também tem focado muito no mercado mobile oferecendo uma operadora de celular, chamada <strong>Tu</strong>, para seus usuários com várias vantagens. (que é o projeto em que eu trabalho já a quase um ano)</li>
</ul>
<p><strong>Salários<br />
</strong>Comparar salários entre países é bastante complicado. Custo de vida, imposto de renda e serviços oferecidos &#8220;gratuitamente&#8221; pelo governo variam muito e normalmente a relação salário/custo de vida nas principais capitais e grandes cidades do mundo são equivalentes, então comparar os números friamente nem sempre te dá uma sensação real de como se vive em determinado local, mas vou citar uma faixa salarial que tenho visto ser tendência por aqui.</p>
<p>Os salários base de Software Engineer em empresas decentes na maioria dos países europeus variam de ~30 mil € anuais para programadores Jr./Associate a cerca de 50 mil € para Sênior (é uma estimativa feita com um pequeno espaço amostral onde, na realidade, certamente há muitos pontos fora da curva). Em alguns países existe uma espécie de décimo-terceiro que seria mais 8% desse valor por fora e em outros casos algumas empresas oferecem pagamentos variáveis de acordo com a performance do empregado que pode render até uns 20% a mais se o cara for um top-performer. Além disso, também existem as <em>stock options</em> que já mencionei e algumas empresas oferecem uma &#8220;<em>home leave policy</em>&#8221; se te contratam enquanto você mora em outro país e te dão pelo menos uma passagem por ano para ir ao seu país.</p>
<p>Com a crise que está assolando o continente está cada vez mais difícil conseguir visto de trabalho, mas se você pensa em tentar, eu creio que a experiência vale muito a pena!</p>
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		<title>O programador poliglota</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 08:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[desenvolvimento de software]]></category>
		<category><![CDATA[dev]]></category>
		<category><![CDATA[geeky]]></category>
		<category><![CDATA[programming]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;/^Sou programador (java&#124;c&#124;php&#124;python&#124;ruby&#124;perl&#124;cobol)$/&#8221; Essa frase é coisa do passado, a moda agora é saber programar pelado independente de linguagem. Esse &#8220;novo conceito&#8221; se deve a diversos motivos e o principal deles, na minha opinião, é o fato dos sistemas serem cada dia mais distribuídos e componentizados, permitindo assim que cada um desses componentes use a linguagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>&#8220;/^Sou programador (java|c|php|python|ruby|perl|cobol)$/&#8221;</strong></em></p>
<p>Essa frase é coisa do passado, a moda agora é saber programar <del>pelado</del> independente de linguagem.</p>
<p>Esse &#8220;novo conceito&#8221; se deve a diversos motivos e o principal deles, na minha opinião, é o fato dos sistemas serem cada dia mais distribuídos e componentizados, permitindo assim que cada um desses componentes use a linguagem que melhor soluciona o problema. Ou seja, não é raro hoje em dia ver numa mesma aplicação: o back-end feito em uma linguagem como Scala, front-end em uma linguagem de script como PHP, Python ou Ruby e um cliente <em>mobile</em> em Objective-C ou Java, tudo conversando entre si usando JSON, Thrift, XML ou <em>whatever</em>.</p>
<p>Além disso, com os conceitos do Agile cada vez mais difundidos, fazendo com que se trabalhe em equipes pequenas e com o código pertencendo a todos, é importante estar preparado para codificar em algo que não seja sua &#8220;língua nativa&#8221;.</p>
<p>E o que isso significa na prática? Tenho que saber programar em todas as linguagens que possivelmente irei tocar em algum momento da minha vida? Não! Mas é importante ter em mente os principais conceitos, paradigmas e conhecer um pouco algumas das linguagens mais &#8220;raízes&#8221; que influenciaram as outras.</p>
<p>Um bom programador não é o cara que conhece todos os <em>glitches</em> e detalhes de uma linguagem, mas acima de tudo é como o Mr. Wolf de Pulp Fiction, um cara que resolve problemas:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/CCe-w50-Onw?rel=0" frameborder="0" width="460" height="288"></iframe></p>
<p>E quando se fala de programação, para resolver problemas é preciso ter em mente mais coisas do que apenas a linguagem em si; é importante entender bem o seu problema, elaborar uma boa estratégia para atacá-lo e entender como o computador vai agir com essa sua estratégia (i.e.: estruturas de dados necessárias, complexidade do algoritmo, é possível paralelizar? etc) e é aí que o programador poliglota faz a diferença.</p>
<p>O &#8220;programador de uma linguagem só&#8221;  tem o <em>mindset</em> de alguém que só sabe usar um martelo e vê todos os problemas como pregos, ou seja, vai sempre tentar dar um jeitinho de resolver com a linguagem que já sabe, mesmo que isso implique em uma solução ineficiente, trabalhosa e deselegante. Como por exemplo: Usar PHP em aplicações desktop com PHP-GTK <img src='http://blog.feliperibeiro.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Já um &#8220;programador poliglota&#8221; que tem a noção de outras linguagens/paradigmas e percebe, por exemplo, que em determinado caso uma linguagem funcional serviria de uma maneira mais eficiente e evitaria todo o <em>overkill</em> de uma linguagem OO, vai poder aprender até sob-demanda alguma linguagem específica que implemente o paradigma e resolver melhor o problema. E a cada nova linguagem que se aprende, se aprende também uma nova forma de pensar.</p>
<p>Fazendo um paralelo <del>tosco</del>, um programador com boa base teórica de programação e paradigmas é como alguém que sabe Latim e vai ter muito mais facilidade de aprender Português, Espanhol, Italiano, Francês, Romeno, etc&#8230;</p>
<p>Esse argumento é bem suportado no livro &#8220;<a href="http://pragprog.com/the-pragmatic-programmer">The Pragmatic Programmer</a>&#8221; que prega que um programador deve aprender pelo menos uma linguagem diferente por ano e também no livro &#8220;<a href="http://pragprog.com/book/btlang/seven-languages-in-seven-weeks">Seven Languages in Seven Weeks</a>&#8220;, que apresenta superficialmente sete linguagens usando paradigmas distintos. </p>
<p>Vou terminando esse post com as dicas valiosas do Larry Wall (criador do Perl) sobre quais linguagens todo programador deveria conhecer:</p>
<p><iframe width="460" height="288" src="http://www.youtube.com/embed/LR8fQiskYII?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Android &#8211; Minhas impressões após um mês usando o sistema do robô</title>
		<link>http://blog.feliperibeiro.com/2011/08/android-minhas-impressoes-apos-um-mes-usando-o-sistema-do-robo.html</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 11:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[geeky]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>

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		<description><![CDATA[Hola! Resolvi revitalizar o blog, dessa vez postando textos de âmbito mas genérico voltado a TI sem ter mais um foco tão específico em PHP e webdev. Sendo assim, o primeiro post dessa nova era será sobre minhas impressões sobre o Android após um mês de uso. Usei iPhone por pouco mais de um ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.feliperibeiro.com/wp-content/uploads/2011/08/android.png"><img class="size-medium wp-image-325 alignright" title="Androidify" src="http://blog.feliperibeiro.com/wp-content/uploads/2011/08/android-230x300.png" alt="" width="230" height="300" /></a></p>
<p>Hola!</p>
<p>Resolvi revitalizar o blog, dessa vez postando textos de âmbito mas genérico voltado a TI sem ter mais um foco tão específico em PHP e webdev. Sendo assim, o primeiro post dessa nova era será sobre minhas impressões sobre o Android após um mês de uso.</p>
<p>Usei iPhone por pouco mais de um ano e estava bastante feliz com ele, mas o fato de ter perdido o &#8220;ciclo do iPhone&#8221; e ter comprado um 3Gs pouco antes do lançamento do 4 e a política agressiva de <em>obsolescência programada</em> aplicada pela Apple me forçavam a um upgrade.</p>
<p>Fui visitar minha família em julho, levei de presente para minha mãe um <a href="http://www.htc.com/WildfireS  " target="_blank">HTC Wildfire S</a>, e usei-o durante uns dias antes da viagem para testar e ter certeza que não estava levando um aparelho defeituoso. Acontece que gostei bastante da experiência proporcionada pelo Android (e pelo HTC Sense) e resolvi dar uma chance ao robôzinho. Então ao voltar de viagem encontrei uma oferta muito boa do <a href="http://www.google.com/nexus/" target="_blank">Nexus S</a> livre de contrato, por 330€ e como bom geek, viciado em gadgets, não resisti.</p>
<p>Desde então estou bastante satisfeito com a <em>user experience</em> oferecida por ele, que ainda não chegou ao nível de polimento do iOS mas também não deixa a desejar. E o que mais gosto é a integração com todos os serviços do Google (Gmail, Reader, Gtalk, Calendar, Docs, Contacts, etc) dos quais sou completamente dependente e Just Works (TM).</p>
<p>Outros pontos positivos na minha opinião:</p>
<ul>
<li>Não precisar usar iTunes</li>
<li>Instalação over-the-air das apps. Você vai ao site do Android Market, seleciona a app, diz em qual gadget quer instalar e-pronto.</li>
<li>Ter acesso a informações de mais baixo nível como a memória ocupada por cada app, não é algo realmente importante, mas é uma geek-feature</li>
<li>Google Reader, tão útil nas salas de espera e meios de transporte, tem uma app decente e oficial do Google.</li>
<li>A possibilidade de escolha de, por exemplo, usar Firefox ao invés do Browser padrão. (O Firefox para Android não está mal, mas continuo usando o browser default)</li>
<li>A tela &#8220;curva&#8221; do Nexus S dá uma experiência de uso interessante e confortável</li>
</ul>
<p>Pontos negativos:</p>
<ul>
<li>UI é boa, mas não tão boa quanto a do iOS</li>
<li>Algumas apps ainda são exclusivas do iPhone, como Instagram (embora o Android tenha alternativas), GitHub:Issues e principalmente STREET FIGHTER 4  :-(</li>
<li>Algumas coisas que poderiam vir nativas, como recurso de HDR na câmera, necessitam uma app externa.</li>
</ul>
<p>Não posso comentar nada como desenvolvedor, pois nunca desenvolvi para nenhuma das plataformas, mas noto que as apps para iOS têm uma maior padronização no estilo, que dá uma aparência mais &#8220;profissional&#8221;, mas isso me parece uma consequência natural do nível de restrições impostas pela Apple nas suas APIs e no processo de aprovação das apps para a store, que tem esse ponto positivo mas também tem seus pontos negativos.</p>
<p>Continuo usando iOS no iPad, mas no celular estou contente com o Android e devo seguir com ele por mais um bom tempo.</p>
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		<item>
		<title>Meu ambiente de trabalho em 7 itens</title>
		<link>http://blog.feliperibeiro.com/2011/01/meu-ambiente-de-trabalho-em-7-itens.html</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 11:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[desenvolvimento de software]]></category>
		<category><![CDATA[geeky]]></category>

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		<description><![CDATA[Cof, Cof&#8230; Quanta poeira por aqui, hein? Estou voltando a postar aqui no blog para dar seguimento ao meme criado pelo @duodraco e que fui &#8220;convocado&#8221; pelo @brgomes, para descrever meu ambiente de trabalho em 7 itens, então aí vai: Mac OS X: Desde que comecei a trabalhar com desenvolvimento, nunca gostei do Windows. Usei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cof, Cof&#8230; Quanta poeira por aqui, hein?</p>
<p>Estou voltando a postar aqui no blog para dar seguimento ao meme criado pelo <a href="http://duodra.co/post/seu-ambiente-de-trabalho-em-7-itens/">@duodraco </a>e que fui &#8220;convocado&#8221; pelo <a href="http://www.brgomes.com/blog/meu-ambiente-de-trabalho-em-7-itens/">@brgomes</a>, para descrever meu ambiente de trabalho em 7 itens, então aí vai:</p>
<ol>
<li>Mac OS X: Desde que comecei a trabalhar com desenvolvimento, nunca gostei do Windows. Usei o Linux por anos até que em 2007 me converti ao mundo Mac e desde então tenho nele tudo que preciso. Um Unix que não me faz trabalhar *para* ele, como eu fazia nos meus tempos de Slackware e Gentoo.</li>
<li>IDEs Eclipse/Netbeans/Vim: Em um mesmo dia de trabalho chego a utilizar esses três ambientes de desenvolvimento em momentos distintos. O Eclipse é o que tenho mais familiaridade e é o que uso normalmente com PHP, o Netbeans, pra mim, é imbatível para JavaScript e um Vim bem configurado, usando CTAGS e tudo mais, para mim é melhor que o TextMate, então uso ele para projetos pessoais que normalmente não são muito grandes e também para editar coisas diretamente no cluster usado como ambiente de desenvolvimento no trabalho.</li>
<li>VCS &#8211; SVN/Git/Hg: No trabalho estamos passando por uma migração de SVN para Mercurial (hg) e nos meus pet-projects que sempre faço para colocar em prática algo novo que estou aprendendo (algoritmos/técnicas/tecnologias) tenho usado o Git.</li>
<li>Terminal (shell): Gosto do &#8220;poder&#8221; que o Terminal dá e ainda faço muitas coisas por ele, como usar o Vim, executar scripts de build/deploy, usar svn/mercurial/git, etc. Tenho ele sempre aberto.</li>
<li>Browsers: Chrome é o meu browser principal, antes era só para uso pessoal mas agora também uso bastante na hora de desenvolver. O Developer tools dele ainda não é tão completo como o Firebug mas já resolve maioria das coisas. Ele também tem a extensão <a href="http://code.google.com/webtoolkit/speedtracer/">SpeedTracer</a> que me é muito útil. Mas continuo usando o Firefox de vez em quando pelas coisas que sou mais familiarizado no Firebug.</li>
<li>Spotify: <a href="http://www.spotify.com/">Spotify</a> é uma mistura de GrooveShark com Last.fm, é uma rede social onde você escolhe o que quer ouvir e tem os seus amigos com quem você pode criar e compartilhar playlists. É bem bacana, tem uma qualidade de som boa (principalmente se você paga a conta Premium) e lhe dá uma sensação de estar escutando música &#8220;legalmente&#8221; <img src='http://blog.feliperibeiro.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Passo todo o dia conectado e ouvindo música por ele.</li>
<li>Headphones: Já que se falou em música, não posso deixar de comentar que sou meio maníaco por headphones, estou sempre buscando o som perfeito e atualmente não largo dos meus <a href="http://www.bowers-wilkins.com/Headphones">Bowers &amp; Wilkins P5</a> que são os headphones com melhor qualidade de som que já vi, superando inclusive os BOSE. O único problema dele é que esquenta bastante as orelhas! <img src='http://blog.feliperibeiro.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </li>
</ol>
<p>E pra terminar, passo adiante esse meme com:</p>
<p>@marcosjr<br />
@yogarine<br />
@italosatiro<br />
@herval</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É a crise&#8230;</title>
		<link>http://blog.feliperibeiro.com/2009/01/e-a-crise.html</link>
		<comments>http://blog.feliperibeiro.com/2009/01/e-a-crise.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 12:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[funny]]></category>
		<category><![CDATA[comics]]></category>
		<category><![CDATA[geeky]]></category>

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		<description><![CDATA[Como já virei mesmo persona non grata, por causa das minhas palestras, entre o pessoal sem senso de humor do drag&#8217;n'drop net .NET, acho que não tem mais jeito e essa tirinha não deve piorar ainda mais minha situação Extraído de http://geekandpoke.typepad.com/geekandpoke/2008/10/geeks-in-the-depression.html P.S.: Será que dessa vez escapo dos comentários desaforados? hahaha]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como já virei mesmo <em>persona non grata</em>, por causa das minhas palestras, entre o pessoal sem senso de humor do <span style="text-decoration: line-through;">drag&#8217;n'drop net</span> .NET, acho que não tem mais jeito e essa tirinha não deve piorar ainda mais minha situação <img src='http://blog.feliperibeiro.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<div align='center'><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="Geeks in the depression" src="http://blog.feliperibeiro.com/wp-content/uploads/2009/01/6a00d8341d3df553ef01053585d70d970c-pi.jpg" alt="Geeks in the depression" width="450" height="321" /></div>
<p>Extraído de <a href="http://geekandpoke.typepad.com/geekandpoke/2008/10/geeks-in-the-depression.html">http://geekandpoke.typepad.com/geekandpoke/2008/10/geeks-in-the-depression.html</a></p>
<p>P.S.: Será que dessa vez escapo dos comentários desaforados? hahaha</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Seven things you probably don&#8217;t know about me</title>
		<link>http://blog.feliperibeiro.com/2009/01/seven-things-you-probably-dont-know-about-me.html</link>
		<comments>http://blog.feliperibeiro.com/2009/01/seven-things-you-probably-dont-know-about-me.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 00:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[geeky]]></category>
		<category><![CDATA[meme]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse post excepcionalmente será em inglês para dar prosseguimento a um meme que vem rolando na comunidade PHP. I don&#8217;t really understand this whole meme thing, I&#8217;ve seen many people in the PHP community posting this stuff and as I was tagged by Cesar Rodas, and he said such good things about me, I had [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post excepcionalmente será em inglês para dar prosseguimento a um meme que vem rolando na comunidade PHP.</p>
<hr />
I don&#8217;t really understand this whole meme thing, I&#8217;ve seen many people in the PHP community posting this stuff and as I was tagged by <a href="http://cesar.la">Cesar Rodas</a>, and he said such good things about me, I had to do it as well!</p>
<p>Here goes the seven things you probably don&#8217;t now about me:</p>
<p>1 &#8211; I&#8217;m left handed to do some things and right handed for others<br />
2 &#8211; The first programming language I tried to learn was Perl, when I was 14 at 1999, but without success&#8230;<br />
3 &#8211; I don&#8217;t drink coffe, it makes me feel bad with heartburn. On the other hand I&#8217;m addicted to Coke.<br />
4 &#8211; I always liked eletronic stuff, but I sucked with video games when I was a child, I&#8217;ve never gone to the last level of any game at that time.<br />
5 &#8211; I used to play soccer as goalkeeper.<br />
6 &#8211; I&#8217;ve had <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lasik">Lasik</a> two years ago, so I&#8217;m not short sighted anymore<br />
7 &#8211; The first online purchase I did was the book: PHP for the World Wide Web by Larry Ullman</p>
<p>As I believe every blogger in the PHP community has already answered this, I will only tag <a href="http://yogarine.net">Alwin &#8220;Yogarine&#8221; Garside</a>: A crazy dutch nerd troll.</p>
<p>Rules are quite simple:</p>
<p>- Link your Original tagger(s), and list these rules on you blog</p>
<p>- Share seven facts about yourself in the post &#8211; some random, some weird.</p>
<p>- Tag seven people at the end of your post by leaving their names and the links to their blogs.</p>
<p>- Let them know they’ve been tagged by leaving a comment on their blogs and/or Twitter.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mais um termo para o Glossário Geek &#8211; &#8220;Ad hoc&#8221;</title>
		<link>http://blog.feliperibeiro.com/2008/09/mais-um-termo-para-o-glossario-geek-ad-hoc.html</link>
		<comments>http://blog.feliperibeiro.com/2008/09/mais-um-termo-para-o-glossario-geek-ad-hoc.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 01:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[geeky]]></category>
		<category><![CDATA[glossario]]></category>

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		<description><![CDATA[No ambiente acadêmico tenho encontrado essa expressão em diversos lugares como: Implementação MVC ad hoc Processo de desenvolvimento ad hoc Redes ad hoc E acho que muitas pessoas não entendem o significado desse termo, e muitas vezes é pronunciado errado. Ad hoc indica que algo é feito de maneira empírica, sem formalismo, por exemplo: Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ambiente acadêmico tenho encontrado essa expressão em diversos lugares como:</p>
<ul>
<li>Implementação MVC <em><strong>ad hoc</strong></em></li>
<li>Processo de desenvolvimento <em><strong>ad hoc</strong></em></li>
<li>Redes <strong><em>ad hoc</em></strong></li>
</ul>
<p>E acho que muitas pessoas não entendem o significado desse termo, e muitas vezes é pronunciado errado.</p>
<p><em><strong>Ad hoc</strong></em> indica que algo é feito de maneira empírica, sem formalismo, por exemplo:</p>
<p>Uma implementação de MVC <em><strong>ad hoc</strong><span style="font-style: normal;">, é uma implementação do padrão de projeto sem a utilização de nenhum framework para tal, algo &#8220;puro&#8221; feito de acordo com o seu entendimento sobre o padrão.</span></em></p>
<p>Um processo de desenvolvimento<strong> </strong><em><strong>ad hoc</strong></em> é um processo em que as coisas rolam sem nenhum formalismo bem definido, e por aí vai.</p>
<p>Algumas pessoas pronunciam esse termo como se fosse em inglês, como se fosse algo tipo &#8220;add hock&#8221;, mas o correto é da maneira como lemos em português mesmo, já que é um termo em latim, se pronuncia o A com som de A mesmo, e o H é mudo, como se fosse: adoque.</p>
<p>Esse post pode parecer inútil, mas espero que sirva para alguém que tem a dúvida do que significa e como se pronuncia, já que é fácil encontrar na literatura ou ouvir alguém falando, e também para tirar as teias de aranha do blog enquanto tomo um fôlego e arranjo uma brechinha na correria para voltar a postar.</p>
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		<title>Hug a developer!</title>
		<link>http://blog.feliperibeiro.com/2008/08/hug-a-developer.html</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 17:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[desenvolvimento de software]]></category>
		<category><![CDATA[funny]]></category>
		<category><![CDATA[geeky]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://blip.tv/play/gYwjwZJqjdEh" type="application/x-shockwave-flash" width="460" height="280" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed> </p>
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		<title>Analogias</title>
		<link>http://blog.feliperibeiro.com/2008/07/analogias.html</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[apache]]></category>
		<category><![CDATA[funny]]></category>
		<category><![CDATA[geeky]]></category>
		<category><![CDATA[comics]]></category>

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		<description><![CDATA[Só para tirar as teias de aranha enquanto não tenho tempo de escrever nada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só para tirar as teias de aranha enquanto não tenho tempo de escrever nada.</p>
<p><a href="http://blog.feliperibeiro.com/wp-content/uploads/2008/07/analogies.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-95" title="analogies" src="http://blog.feliperibeiro.com/wp-content/uploads/2008/07/analogies.png" alt="" width="500" height="450" /></a></p>
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		<title>Se um hamster pode&#8230;</title>
		<link>http://blog.feliperibeiro.com/2008/02/se-um-hamster-pode.html</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 18:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[funny]]></category>
		<category><![CDATA[geeky]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse pessoal não tem mais o que inventar&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse pessoal não tem mais o que inventar&#8230; <img src='http://blog.feliperibeiro.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /><br />
<object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xLQ9DCCgtqI"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xLQ9DCCgtqI" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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