Google Browser Sync

Conheci essa semana essa extensão – Gooogle Browser Sync – para o Firefox, de autoria do próprio Google; e a princípio achei bem bacana e muito útil para quem usa vários pcs diferentes (um em casa, outro no trabalho, outro na casa da mãe…).

Ele salva as preferências do seu browser lá num servidor (favoritos, histórico, cookies, etc) e sincroniza quando você abre num PC diferente, até aí tudo bem, mas fiquei pensando o que está por trás disso tudo, e no fim das contas é só mais um jeito do Google saber o que você vê na internet (mais do que ele já sabe).

Muita gente vê o Google como o super-herói que veio salvar o mundo do vilão Microsoft, mas eu não acho que seja bem assim. Afinal o Google sabe TUDO sobre você, sabe o que você pesquisa, tem seus e-mails, sabe quem são seus amigos (orkut) e se de repente resolvem deixar de lado o lema “Don’t be evil”, podem ser muito mais danosos à liberdade de escolha dos usuários do que a Microsoft (se a MS também tiver essas informações, então o código do Windows é mais obscuro do que eu poderia imaginar :-) ). Não estou defendendo a MS, longe de mim, mas acho que o Google não é tão bomzinho de dar isso tudo de graça como muitos pensam. Mas como não tenho muita coisa nada pra esconder, vou usando :-D

Diminui o índice de software pirata no Brasil

Uma pesquisa da IDC (http://w3.bsa.org/globalstudy/) mostra como foi o uso de software pirata, em todo o mundo, nos anos de 2005 e 2006.

Sabe-se que no Brasil esse índice é altíssimo, muita gente inclusive nem sabe que o Windows que roda em seus computadores deveria ser um produto pago… Mas mesmo assim, esse índice diminuiu quatro pontos percentuais entre 2005 e 2006, foi de 64% para 60%. Ainda não é nada animador comparado a média mundial de 35%, mas já está abaixo da média da América Latina, que é de 66% (Com assustadores 82% na Venezuela de Chavez) e bem abaixo do índice de países como Armênia, Moldávia, Azerbaidjão, Vietnam e Zimbábue que têm 90% ou mais do seu software pirateado.

Essa diminuição pode ser um reflexo da Web 2.0, onde está se diminuindo a quantidade de softwares que rodam localmente, e as pessoas estão passando a usar SERVIÇOS de software na rede. Algo que se paga, direta ou indiretamente, como uma conta de água ou luz e não é comprada nenhuma licença. (Me veio na cabeça agora que pode ser também devido à adoção do Linux em muito desktops, mas não posso assegurar :D )

Mas você pode pensar: “Ué… mas eu não pago para usar as aplicações do Google…”, mas se você quiser 10GB de espaço, vai ter que desembolsar, e mesmo que use gratuitamente os 2GB, alguém paga para você: são os anunciantes!

E aí mais uma vez a Web 2.0 muda a maneira como as pessoas usam a Internet e como as empresas de software devem repensar seus negócios, pois do jeito que vai, licença de software será logo logo algo em extinção.

Quando usar e quando evitar o Ajax

O Ajax é um recurso que enche os olhos dos visitantes de um site, porém o seu uso precisa ser ponderado. Quando bem usado, o Ajax é muito útil, mas quando mal usado, torna-se fútil e pode chegar até a atrapalhar os lucros do seu site!

Quando usar?

  • Quando se precisa de alta responsividade.
  • Para atualizar seções secundárias da página.
  • Para validação de formulários e recursos de auto-completar.
  • Para recursos como drag’n'drop.

Quando evitar?

  • Quando o conteúdo a ser gerado pelo Ajax é o principal item da pagina
    • Por quê? Porque assim o conteúdo não é indexado pelos robôs dos sistemas de buscas, já que eles apenas percorrem links e não chamam funções javascript, já que da maneira que se desenvolve hoje em dia seria impossível criar um link externo que chamasse aquela função para exibir o tal conteúdo. E se o conteúdo é realmente o principal da página, o custo de transferência não é muito menor do que atualizar toda a página (Supondo que estão sendo usados os webstandards!).
  • Quando se quer ter lucro com links patrocinados.
    • Por quê? Porque os links patrocinados pagam pelas exibições e pelos clicks, então se a página não é atualizada, não é contabilizada uma nova visualização do anúncio.
  • Quando o sucesso do site depende da sua posição nos resultados de busca
    • Por quê? Como foi falado anteriormente, o conteúdo gerado pelas chamadas JavaScript não é indexado pelos robôs de busca, então assim aqueles textos que estão ali não serão mostrados como resultados nas buscas que contém aquelas palavras-chave. E como hoje, grande parte do sucesso dos sites se deve às buscas, esse é um fator que precisa ser levado a sério, mas que levanta um questionamento: Será que nós temos que nos adaptar aos sistemas de buscas, ou eles precisam se adaptar às inovações da internet?

Slides da palestra sobre Web 2.0

Os slides da palestra que apresentei segunda-feira (06/08/2007) no ciclo de palestras do PET-Computação na UFCG sobre Web 2.0, estão disponíveis aqui (e a versão com os efeitos de transição nos slides que têm lista de itens, aqui).

Já a demonstração do Ruby on Rails, como foi improvisada, infelizmente não tenho nenhum material disponível.

Ruby on Rails para gente grande

Existe um site chamado Working With Rails que mostra o estado da arte no mundo Rails, quem está usando, o que está sendo feito, tem um espaço para os profissionais divulgarem seu trabalho e etc. E lá existe uma seção chamada High Profile Organisations using Rails que mostra grandes empresas que estão entrando na onda, e mostrando que Rails não é coisa de geek maluco, mas sim uma tecnologia que pode ser bem usada no meio enterprise!

Logomarcas 2.0

Há um tempo atrás estava navegando e achei essa imagem que me chamou a atenção para um “fenômeno” que está acontecendo. A WEB 2.0 não revolucionou apenas a maneira como as pessoas fazem aplicações web, se comunicam ou se divertem, mas também vem lançando uma moda em como o pessoal faz logomarcas, e por causa dessa nova moda já existem até sites que fazem a sua logomarca “2.0″ bastando você digitar o texto, como esses por exemplo, que os preguiçosos irão adorar:

E pensando nisso, alguém muito esperto fez uma paródia de marcas famosas usando o “estilo 2.0″, muito interessante: